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Maria Jarita Freydank, Bongô

Jarita toca o bongô, um instrumento de percussão originário da música afro-cubana. Na entrevista, ela conta mais sobre si, sua música e o que pensa sobre o UM SÓ MUNDO. À direita, você encontra algumas breves amostras sonoras de como Maria Jarita Freydank toca seu instrumento. Você também pode baixá-las e utilizá-las como samples para compor uma canção para o Concurso Musical. Se você utilizou um sample do website para a sua canção, deve indicar isso ao enviar sua contribuição.

Importante: Você só pode utilizar os samples para as canções com as quais irá participar do Concurso Musical “Dein Song für EINE WELT!” (A sua canção POR UM SÓ MUNDO). Se a sua canção cumprir as condições de participação, iremos publicá-la em nosso website, no Soundcloud ou também no YouTube. Caso você também faça outros usos pessoais da sua canção que contém samples, é importante sempre citar o nome do artista que gravou o sample. Por exemplo, se utilizar o sample “Bongo 70bpm A” de Maria Jarita Freydank, escreva “Utilizando o sample “Bongo 70bpm A” de Maria Jarita Freydank”.

Você pode nos contar um pouco do seu percurso musical?
Eu cresci com a música desde o berço – minha mãe é artista e meu pai é dançarino e percussionista. Foi ele quem me deu de presente o meu primeiro djembê. Eu sempre cantei, e aprendi de forma autodidática. Aos 11 anos, tive minhas primeiras aulas de música clássica. Primeiro aprendi a tocar o violão e então, com 13 anos, também o piano. Aos 17 anos, também tive então aulas de bateria. Em 2007, comecei a cursar Pedagogia Musical (áreas principais Percussão e Canto) na IFM Osnabrück. Desde 2013, sou backing vocal e percussionista da cantora Judith Holofernes. Além disso, sou baterista da Astrid North e trabalho muito ao vivo e em estúdio com outros artistas nacionais e também internacionais. Em janeiro de 2018, fundei o FEM JAM COLLECTIVE. Em outubro de 2018, lancei meu álbum de estreia com produção própria – JARITA & THE AFROBEATMOVEMENT – Live at Planet Earth EP. Também em 2018, fui membro do júri do “Treff junge Musikszene” (Encontro da jovem cena musical) do Berliner Festspiele.

O que você pensa/como você se engaja com os temas “desenvolvimento sustentável” e “UM SÓ MUNDO”?
Eu dou aulas principalmente para crianças e jovens, e além disso, como mulher baterista e como Person of Colour, tenho a oportunidade de lutar contra o sexismo e o racismo. Minha profissão como baterista ainda não é totalmente aceita, e a ideia de que alguém da minha cor possa ser professora não en tra na cabeça de algumas pessoas. Nas aulas, não apenas fazemos música, mas também o aspecto pedagógico desempenha um papel importante. É uma questão de autoconfiança e, nas aulas em grupo, sobretudo uma questão de percepção mútua, de ouvirmos uns aos outros e nos respeitarmos mutuamente. Assim como deveríamos lidar uns com os outros na vida cotidiana.

Você acredita que a música pode mudar o mundo? Se sim, como?
A música sempre mudou o mundo. Ela pertence ao ser humano de um jeito totalmente natural. Infelizmente, há muita música que só busca o sucesso comercial, mas através das possibilidades tecnológicas de hoje, cada vez mais acessíveis, vejo uma oportunidade para que a música possa voltar às suas origens. Pois, na verdade, a música tem poder de cura. Por isso ela é tão fascinante. Toda pessoa deveria usar sua voz e cantar. E não é essa imagem falsa do superstar, mas sim uma questão de se expressar e fazer isso de um jeito bem natural.

Videoporträt: Maria Jarita Freydank


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Você pode encontrar muito mais exemplos de áudio deste instrumento no YouTube.
Aqui você pode encontrar uma interpretação clássica.
E é assim que o instrumento soa em uma canção pop moderna.

Bongo 70bpm A
Bongo 70bpm B
Bongo 70bpm C
Bongo 90bpm A
Bongo 90bpm B
Bongo 90bpm C
Bongo 124bpm A
Bongo 124bpm B
Bongo 124bpm C
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